A cura pela mente

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

LEITE AUMENTA A TENDÊNCIA A DOENÇAS INFLAMATÓRIAS


leite derivados
Por Tati K. Fischer*
Não só os intolerantes e alérgicos têm motivos para ficar longe do leite de vaca. Todas as pessoasdeveriam tomar cuidado com o consumo excessivo de lácteos devido a inúmeros fatores que a mídia e os grandes produtores de laticínios não divulgam, porém muitos estudos e pesquisas importantes mostram que:
1) Nenhum outro animal na terra bebe leite após o desmame, muito menos de outra espécie;
2) O consumo de leite nos primeiros anos de vida aumenta as chances de desenvolvimento de Diabetes do tipo 1;
3) Laticínios aumentam muito a liberação de insulina (hormônio que leva glicose pra dentro da célula) pelo pâncreas, o que pode causar resistência à insulina, que pode levar à diabetes, hipertensão, obesidade abdominal, síndrome do ovário policístico, câncer de mama, acne, entre outros problemas;
4) Estudos associam o consumo de leite com o surgimento de câncer de ovários, testículos e próstata, Doença de Parkinson e Doença das Artérias Coronárias;
5) O consumo de leite piora os sintomas da Artrite Reumatóide (lupus);
6) Existe uma correlação muito forte entre o consumo de leite e a prevalência de Esclerose Múltipla;
7) Ao contrário do senso comum, o consumo de leite, ao invés de prevenir, pode ocasionar a osteoporose, pois pode levar à deficiência de magnésio, além de acidificar o sangue, fazendo com que o corpo retire cálcio do osso, aumentando a perda;
8) leite neutraliza o meio ácido intestinal, necessário para a absorção de vitaminas e minerais, além de favorecer a fermentação de microrganismos patogênicos;
9) O consumo de laticínios leva a um aumento de substâncias inflamatórias e de pequenas calcificações( um perigo para portadores de lupus e problemas de cálculos renais);
10) O leite é um alimento congestionante e leva ao aumento da produção de muco (pus) no organismo;
11) As vacas leiteiras são mantidas constantemente grávidas, por isso o leite tem quantidades muito grandes de estrógeno e progesterona, podendo levar, por exemplo, à puberdade precoce.

Levando em consideração todos estes fatos, podemos concluir que o leite não deveria fazer parte de uma alimentação saudável. Devendo ser usado com moderação principalmente por pessoas que tem tendência a desenvolver inflamação no corpo ou para que é portador de lupus erimatoso sistêmico, reumatismo, nefrite,etc.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Contagem regressiva para os 15 anos de minha filha Raphaela

Amigos e blogueiros
Estou na contagem regressiva para os 15 anos da minha primogênita...
São 15 anos de alegria, vitórias, conquistas e luta pela restituição de sua saúde.
 Aos 12 foi descoberto o LUPUS que afetou sua função renal, mas Graças à Deus após 3 anos de tratamento ele está inativo e ela já tem 65% dos rins funcionando isto se já não estiver com mais, para honra e Glória do Sr. Jesus só tenho a agradecer...
O susto foi grande, mas nestas horas que a gente vê como a fé faz diferença 
e como a oração tem poder...
A partir do momento que a gente entrega quem amamos nos braços do Deus do impossível as coisas acontecem...
Estou nos preparativos finais.
 Eu mesma fiz os convites, antigamente tinha gráfica.
 Fiz as lembranças de coração e encomendei umas guitarras para por na mesa...
O tema será música...Foi tudo feito com muito carinho, 
apesar da pouca grana, mas tudo está ficando lindo...
Agora eu estou fazendo o livro de presença personalizado,espero que ela goste...
Vai ficar legal!


Vou partilhar com vocês minha arte...
Se alguém desejar, aceito encomendas...Rs


Esta é a lembrancinha de pôr na mesa, o tema é música...
O convite tem o fundo com notas musicais...
Será dia 30/06...Acho que estou mais eufórica que ela...
Apesar das tribulações que já passamos, estou muito feliz, ela está super bem...






Ficaram legais estas fotomontagens, né?



segunda-feira, 7 de maio de 2012

LUPUS DOENÇA MISTERIOSA QUE SENDO TRATADA CORRETAMENTE TEM CONTROLE, SAIBA UM POUCO MAIS DELA.






O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica de causa desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais no sistema imunológico da pessoa, atingindo O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica de causa desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais no sistema imunológico da pessoa, atingindo O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica de causa desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais no sistema imunológico da pessoa,
 O Lupus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença crônica de causa desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais no sistema imunológico da pessoa, atingindopredominantemente mulheres. O sistema imunológico é uma rede complexa de órgãos, tecidos, células e substâncias encontradas na circulação sanguínea, que agem em conjunto para nos proteger de agentes estranhos. 

Uma pessoa que tem LES, desenvolve anticorpos que reagem contra as suas células normais, podendo consequentemente afetar a pele, as articulações, rins e outros órgãos. Ou seja, a pessoa se torna "alérgica" a ela mesma, o que caracteriza o LES como uma doença auto-imune. 

Mas não é uma doença contagiosa, infecciosa ou maligna. A maioria dos casos de LES ocorre esporadicamente, indicando que fatores genéticos, emocionais e ambientais, tem um papel importante na doença. 

O Lupus varia enormemente de um paciente para outro, de casos simples que exigem intervenções médicas mínimas, à casos significativos com danos à órgãos vitais como pulmão, coração, rim e cérebro. A doença é caracterizada por períodos de atividade intercaladas por períodos de remissão que podem durar semanas, meses ou anos. Alguns pacientes nunca desenvolvem complicações severas. 

Histórico 
Em 1851, o médico francês Pierre Lazenave observou pessoas que apresentavam "feridinhas" na pele, como pequenas mordidas de lobo. E em 1895, o médico canadense Sir William Osler caracterizou melhor o envolvimento das várias partes do corpo e adicionou a palavra "sistêmico" à descrição da doença. 
Lupus=lobo eritematoso=vermelhidão sistêmico=todo 

Definição 
O "American College of Rheumatology", uma associação americana que reune profissionais reumatologistas, estabeleceu em 1971 e revisou em 1982, 11 critérios que definem o quadro de Lupus. Estes critérios foram modificados em 1997. Uma pessoa pode ter LES se 4 critérios estiverem presentes: 

Critérios de pele: 
1 - mancha "asa borboleta" (vermelhidão característica no nariz e face) 
2 - lesões na pele (usualmente em áreas expostas ao sol) 
3 - sensibilidade ao sol e luz (lesões após a exposição de raios ultravioletas A e B) 
4 - úlceras orais (recorrentes na boca e nariz) 

Critérios sistêmicos: 
5 - artrite (inflamação de duas ou mais juntas periféricas, com dor, inchaço ou fluído) 
6 - serosite (inflamação do revestimento do pulmão - pleura, e coração - pericárdio) 
7 - alterações renais (presença de proteínas e sedimentos na urina) 
8 - alterações neurológicas (anormalidades sem explicações - psicose ou depressão) 

Critérios laboratoriais: 
9 - anormalidades hematológicas (baixa contagem de células brancas - leucopenia, ou plaquetas - trombocitopenia, ou anemia causada por anticorpos contra células vermelhas - anemia hemolítica) 
10 - anormalidades imunológicas - (células LE, ou anticorpos anti-DNA, ou anticorpos SM positivos, ou teste falso-positivo para sífilis) 
11 - fator antinúcleo positivo (FAN) 

Porque o sistema imunológico de uma pessoa que tem Lupus se perde deixando de reconhecer constituintes do seu próprio corpo, passando a atacá-los como se fossem estranhos? Ainda não temos a resposta, mas evidências. 

Imunidade 
O sistema imune é regulado por uma combinação de células brancas do sangue e por algumas substâncias solúveis produzidas por elas. Existem basicamente 3 tipos destas células envolvidas no controle da resposta imune: linfócito B (produtores de anticorpos), linfócito T e o macrófago (reguladores da produção). Os linfócitos T, que estimulam a produção de anticorpos são chamados T auxiliadores, e os que reprimem a produção são chamados de T supressores. 

Normalmente, o sistema imune tolera seu próprio organismo, não produzindo excessivamente anticorpos contra seu corpo. O que diferencia o paciente de LES é a enorme quantidade de auto-anticorpos dirigida contra seus constituintes próprios. Alguns estudos mostram que nos pacientes de Lupus, ocorre uma diminuição da atuação do linfócito T supressor, ou mesmo uma intensa estimulação de produção de linfócito T auxiliadores. 

Genética 
Alguns cientistas acreditam em uma predisposição genética à doença, mas ainda não se conhece os genes causadores. Apenas 10% dos pacientes de LES tem parentes próximos que desenvolveram a doença. E as estatísticas mostram que apenas 5% de crianças de pais que tem Lupus desenvolvem a doença. 

Hormônio 
90% dos pacientes de Lupus são mulheres, entre 15 e 40 anos de idade. Por isso, o Lupus parece ter alguma associação com o estrógeno, um hormônio produzido pelas mulheres em seus anos reprodutivos. 

Experiências com camundongos revelaram que o estrógeno tem um efeito acelerador da doença. Fêmeas que tiveram seus ovários retirados antes da puberdade, e que receberam altas doses de hormônio masculino, tiveram a doença menos intensa. E aqueles que receberam altas doses de estrógeno, tiveram a doença exacerbada. Os estrógenos provavelmente aumentam a produção de anticorpo anti-DNA, dentre outras consequências. 

Stress 
O stress é comprovadamente um disparador do LES. Os cientistas pesquisam a possibilidade da adrenalina ou cortisona influenciarem o desenvolvimento da doença. 

Luz Ultravioleta 
Cerca de 30 a 40% dos pacientes de Lupus apresentam sensibilidade ao componente ultravioleta vindo da luz solar ou artificial, em função de: 
- alteração no DNA estimulando a produção anormal de anticorpos contra ele; 
- células da pele (queratinócitos) quando expostas à luz ultravioleta estimulam os linfócitos a produzirem anticorpos; 
- a luz UV dificulta a retirada dos imunocomplexos da circulação, que podem se depositar em alguns tecidos provocando inflamação. 

Vírus 
É possível que linfócitos B sejam infectados por vírus e provoquem a produção de anticorpos em pacientes susceptíveis. 

Substâncias Químicas
Alguns remédios como procainamida (para distúrbios do coração), hidrazida (para tuberculose), difenilhidantoína (para epilepsia), hidralazina (para pressão alta), podem produzir um conjunto de sintomas semelhante ao LES em pacientes predispostos. Descobriu-se que os pacientes demoram mais para metabolizar essas drogas, bastando a suspensão do uso para a regressão dos sintomas.

Em qualquer tratamento de uma doença, individualizado e prolongado, é preciso desenvolver um ambiente de confiança e honestidade entre o médico e o paciente, a partir de um diálogo franco e aberto. É preciso obter todas as informações sobre o Lupus e os recursos da medicina atual para tratar e controlar suas manifestações. 
diagnóstico correto é feito a partir do histórico do paciente associado ao exame clínico e exames laboratoriais. Algumas perguntas feitas ao paciente podem ajudar bastante no diagnóstico. 
1 - você teve dor ou inflamação das juntas por mais de 3 meses? 
2 - você teve feridinhas em sua boca ou nariz por mais de 2 semanas? 
3 - os seus dedos mudam de cor, ficando pálidos ou roxos, quando o tempo está frio ou quando estão em contato com água fria? 
4 - alguma lesão de pele, vermelha, surgiu no seu rosto, sobre o nariz e bochechas, por mais de um mês? 
5 - durante algum exame de sangue alguém lhe disse que a contagem de células vermelhas, brancas ou plaquetas estava baixa? 
6 - sua pele fica muito vermelha e irritada, principalmente no rosto, depois que você toma sol? É pior em comparação com outras pessoas? 
7 - você sentiu dificuldade ou dor para respirar durante alguns dias? 
8 - você tem perdido muito cabelo ultimamente? Mais do que o normal? 
9 - você já teve alguma convulsão? 
10 - alguma vez você fez exame de urina onde foi constatada muita proteína? 

Se 3 ou mais destas perguntas forem respondidas com um "sim" é recomendável um exame de sangue para testar a possibilidade de LES. 


Observação importante: Durante o tratamento o apoio familiar e até o acompanhamento com um psicólogo ajuda muito o paciente com LES, visto que o fator emocional e o stress podem atrapalhar o tratamento e quando a doença é descoberta a uma grande dificuldade de aceitação. O ideal é proporcionar momentos de relaxamento ao paciente, ajudando-o a entender o que está vivendo neste momento, mas sempre dando-lhe palavras de apoio e positividade, fazendo-o acreditar que o tratamento o ajudará, pois o Lupus pode ser controlado, desde que seja diagnosticado e tratado corretamente. Com minha filha, infelizmente, demoramos a acertar o tratamento médico, mas agora está tendo bons resultados. Outra dica, pesquise sobre a doença, procure entender para você ter ferramentas para ajudar...Ela não quis psicólogo disse que eu e o pai dela que estávamos ajudando-a e de fato ela passou com muito equilíbrio por todo o tratamento. Desde a parte mais traumática: convulsões, hemodiálise, uma série de exames incluindo tomografia e 3 meses seguido  de internação...
Graças a Deus, apesar de tudo, fomos encaminhados para o acerto do tratamento, tivemos pequenos anjos que foram aparecendo e nos guiando para darmos os passos corretos. 


Diagnósticos Importantes que Identificam o LES:

Exames Laboratoriais 

Hemograma - é o exame onde são contadas as células vermelhas (hemácias ou eritrócitos) e brancas (leucócitos) do sangue, assim como as plaquetas, responsáveis pela sua coagulação. 40% dos pacientes de Lupus apresentam anemia (queda de células vermelhas), 15 a 20% apresentam leucopenia (queda de células brancas), e ainda 25 a 35% apresentam trombocitopenia (queda de plaquetas). 

Teste de Coombs - exame sanguíneo que comprova que a anemia é resultante da produção de anticorpos contra as hemácias - anemia hemolítica. 

Urina - os pacientes de Lupus podem apresentar aumento de células vermelhas (hematúria), aumento de estruturas cilíndricas (cilindrúria) e aumento de proteína (proteinúria) na urina. 

FAN (fator anti-núcleo) - procura-se um anticorpo dirigido contra uma substância do núcleo da célula. No núcleo localizam-se algumas proteínas e também o DNA. 
Qualquer anticorpo contra o DNA ou contra as proteínas do núcleo determina um FAN positivo, o que ocorre em 95 a 100% dos casos. 

Células LE - os neutrófilos são capazes de "engolir" núcleos de outras células atacadas pelo anticorpo anti-núcleo, formando as células LE positivas. Cerca de 80% dos pacientes de Lupus apresentam este teste positivo. 

Anticorpo anti-DNA - existem dois tipos de DNA, nativo (dupla hélice) e mono-hélice, sendo que 60 a 80% dos pacientes com LES produzem anticorpos contra ambos. A presença do anticorpo anti-DNA sugere a possibilidade de nefrite - inflamação dos rins. 

Anticorpo anti-SM - anticorpo dirigido contra uma proteína do núcleo no sangue, mas apenas 30% dos pacientes produzem esse anticorpo. 

Dosagem de complemento - quando o anticorpo se liga ao antígeno forma-se uma estrutura chamada imunocomplexo. Quando este se deposita, atrai uma substância chamada complemento, responsável pela inflamação. A dosagem de complemento total (CH50) e das frações C3 e C4 são medidas, avaliando-se envolvimento renal e atividade da doença. 

Orientações:

Não há um remédio para o Lupus que funcione da mesma forma como um antibiótico funciona para acabar com uma infecção. O tratamento do LES engloba uma série de medidas, entre medicamentos e normas para que se viva bem. 

Sol 
Os pacientes com fotossensibilidade ou manchas, devem evitar a exposição ao sol, fazendo sempre o uso de filtros solares. 

Dieta 
Sabe-se que, quando os pacientes usam corticosteróides, a retenção de água no organismo acontece provocando inchaços, devendo-se então diminuir o sal na dieta normal. Quando o peso está acima do normal, deve-se reduzir calorias. 
Há estudos sobre a eficácia de óleo de peixe na redução de inflamação. Além disso, cientistas suspeitam que o aminoácido l-canavanina presente na alfafa, provoca sintomas de Lupus, o que foi comprovado em pesquisas com macacos. Deve-se então evitá-la. 

Drogas, Álcool e Fumo 
Sulfas, anticoncepcionais orais e penicilinas podem disparar a doença e devem ser evitados. O álcool e o fumo são prejudiciais a qualquer pessoa, mas no caso de LES deve-se principalmente evitar a interação do álcool com sedativos e antialérgicos, e do fumo no caso de acometimento pulmonar. 

Exercícios e Repouso 
As articulações tem estruturas que devem ser bem cuidadas. Quando inflamadas precisam de períodos de repouso intercalados com os de atividade, evitando-se lesões. Também deve-se dar atenção à postura e posições de trabalho e lazer. Por isso, exercícios regulares podem ajudar a prevenir fraqueza muscular e fadiga. 

Medicamentos 
Não existem programas de tratamento iguais para todos os pacientes. Considera-se o grau de evolução da doença bem como as queixas de cada paciente. Muitas vezes são utilizados vários remédios ao mesmo tempo para controlar os sintomas. 

Corticosteróides - são hormônios sintéticos, cópia do hormônio cortisona produzido pela glândula supra-renal, extremamente potentes contra a inflamação. Mas apresentam efeitos colaterais em dosagens altas como ganho de peso, "inchaço", espinhas, pressão alta, catarata, devendo então ser usados com precaução e unicamente através de indicação médica. Os mais comuns são: prednisona, prednisolona, hidrocortisona, entre outros. 

Antiinflamatórios não-esteróides - alguns sintomas como fadiga, febre e artrite podem ser tratados eficientemente com não-esteróides. Não apresentam os efeitos colaterais dos esteróides, mas registra-se a intolerância do estômago. O mais antigo é a aspirina. 

Antimaláricos - são muito úteis para o controle da artrite e problemas de pele, usados também contra a malária. O maior problema com o seu uso se refere à visão, devendo-se estar atento à acuidade visual, o que sugere exames de controle junto ao oftalmologista. Os antimaláricos usados são cloroquina e hidroxicloroquina. 

Imunossupressores - são usados para diminuir a ação do sistema imune, existindo controvérsias sobre o seu uso em função de grandes efeitos colaterais. É preciso avaliar muito seriamente os benefícios e riscos associados a este tratamento.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

5 DICAS PARA ACERTAR NA ESCOLHA DO PLANO DE SAÚDE

5 dicas para escolher seu plano de saúde

Quando o assunto é saúde é importante estar atento à todos os detalhes. Na hora de escolher o seu plano não deixe passar nada e procure saber todas as informações para não ser enganado ou fazer um mau negócio.
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Confira aqui 5 dicas claras – e valiosas – que podem ajudar muito na hora da decisão:
  • Escolha um plano de saúde adequado às suas necessidades
Existem homens, por exemplo, que pagam o módulo obstetrícia sem saber. Nesse caso,o cliente pode cancelar o aditivo e pedir a devolução proporcional das parcelas quitadas.
  • Peça referências dos hospitais credenciados
Nem todos precisam ser cinco estrelas, mas pelo menos um deles deve dispor de condições mínimas, como uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e oferecer, entre outros tratamentos, sessões de quimioterapia e de radioterapia.
  • Questione o alcance territorial do serviço
Os planos de saúde, mesmo que regionais, têm de prever atendimentos em outras localidades e não somente na cidade em que você mora. Por lei, a empresa deve contar com a hipótese de urgência para os usuários em trânsito.
  • Veja se há cadastro na ANS
Todas as seguradoras devem estar credenciadas na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Antes de fechar contrato com uma empresa, entre no site da ANS e confira qual a nota atribuída a ela e veja se conta com um desempenho satisfatório na avaliação.
  • Confirme a qualidade do serviço
Verifique no site do Procon ou no do Tribunal de Justiça de seu estado o número de reclamações ou de processos contra a seguradora. Esse é considerado um bom termômetro para medir a aceitação da firma em relação aos demais clientes.
Preste atenção nas dicas e acerte na hora de escolher

NA HORA DA CONSULTA COM O PLANO DE SAUDE

Dicas importantes na consulta com plano de saúde

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Saúde é coisa séria. Isso todo mundo sabe. Por isso, ao utilizar o seu plano de saúde tome algumas precauções:
  • Sempre tenha em mãos o cartão do plano e um documento de identificação com foto.
  • Procure um médico cuja especialidade seja adequada a sua enfermidade. Na dúvida procure um clínico geral
  • Após  agendar a consulta, compareça  no dia e hora marcados. Se você não puder ir avise antes, assim, alguém que precisa ser atendido também não fica prejudicado.
  • Só procure o Pronto Socorro e ao Pronto Atendimento em casos que houver necessidade.  O atendimento em um consultório é mais personalizado e possui melhores condições.
  • Acompanhe a sua utilização ou dos seus dependentes do plano de saúde, guarde os comprovantes de consultas, exames etc.
  • Preste atenção ao assinar as guias de serviço médico. Verifique sempre se nas guias estão realmente os atendimentos que foram realizados.
  • Confira sempre o pedido de exame ou consulta. Observe se está corretamente preenchido.
  • Leia atentamente o contrato. Nele estão todos os parâmetros para seu atendimento com o plano de saúde
  • Em casos de duvidas, criticas ou sugestões  ligue para a Central de Atendimento de sua operadora.

ANS garante direito para demitidos e aposentados que tenham plano de saúde pela empresa

ANS atualiza lei para demitido sem justa causa e aposentado

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Até o final deste mês, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve publicar a nova resolução que garantirá aos aposentados e empregados demitidos sem justa causa a manutenção do plano de saúde oferecido pela empresa.
A aprovação da medida será publicada no Diário Oficial da União, convertendo-se em lei, que já está em vigor desde fevereiro de 2012. O texto  atualiza a lei que já existe sobre isso e garante o direito ao ex-funcionário de permanecer no plano de saúde, caso assuma o pagamento das mensalidades.
Com a medida, o ex-funcionário poderá fazer a portabilidade do plano de saúde coletivo para um plano de saúde individual, sem a necessidade de carência. Após o término do direito de permanecer no plano coletivo, que costuma ter mensalidades mais baixas, será possível que o demitido ou aposentado migre para um plano individual em condições melhores.